O Brasil deixou a copa do mundo ontem com uma derrota história para a Alemanha.
Em casa, nas ruas e nos noticiários, o que mais temos são crianças chorosas e tristes com essa derrota.
Seja por perder um jogo, por tirar uma nota baixa ou por não ganhar aquele brinquedo que tanto quer, a frustração está presente não só na vida dos adultos, mas das crianças também. E ao contrário do que muitos pais pensam, isso não faz mal. A decepção faz parte da vida e é importante no desenvolvimento dos pequenos.
Em casa, nas ruas e nos noticiários, o que mais temos são crianças chorosas e tristes com essa derrota.
Seja por perder um jogo, por tirar uma nota baixa ou por não ganhar aquele brinquedo que tanto quer, a frustração está presente não só na vida dos adultos, mas das crianças também. E ao contrário do que muitos pais pensam, isso não faz mal. A decepção faz parte da vida e é importante no desenvolvimento dos pequenos.
Embora os pais não queiram ver os filhos sofrendo, é preciso saber que eles não serão imunes às decepções pra sempre, cedo ou tarde terão que enfrentar a perda de algo ou alguém.
Quando um peixinho morre e o substituímos por outro sem que o filho saiba, ao invés de ajudarmos a criança, estamos privando ele do crescimento natural. Quem aprende a lidar com as frustrações já na infância, se torna um adulto capaz de enfrentar desafios com menos receios e medos.
A frustração, independente da idade da criança, permite situações de construção de parâmetros internos para lidar com situações de conflito, negação e perdas.
É comum, na educação francesa, os pais trabalharem com a premissa de 2 nãos e 1 sim. Esse método é muito eficaz lá e acho que pode ser adotado em partes por aqui.
Não estou defendendo proibir o filho de tudo, mas sim saber dosar as coisas.
O equilíbrio é a chave pra tudo.

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